Há 14 anos eu construo patrimônio sem juros. Não vendo cota — desenho a estratégia: a administradora certa, o grupo que serve ao seu objetivo, o lance planejado com o histórico do grupo na mesa. São três decisões, e quem as toma do jeito certo sai de um lado da estatística; quem deixa o vendedor tomar por ele sai do outro.
Contemplou? Ou o crédito vira o imóvel, o carro, o terreno — no seu nome, sem um real de juros. Ou a cota contemplada, que tem valor de mercado, é transferida com a anuência da administradora e vendida pelo que o mercado paga. Nas duas saídas, o que você tem é patrimônio — construído com a parcela que cabia no mês, enquanto a sua reserva continuou aplicada.
Isso não se faz com um boleto. Se faz com quem lê o contrato antes de você assinar, acompanha cada assembleia e diz, na primeira conversa, quando o consórcio não é para você.
Consórcio não é parcela. É estratégia de patrimônio.
